sábado, 3 de abril de 2010

Convite [Apresentação do livro de Ensaios Filosóficos]

O autor, Domingos Faria, e o NEFILUM, têm a honra de convidar V. Ex. a assistir à apresentação do livro de ensaios filosóficos "ENCONTRO DE AMOR", a ser efectuada pelo Dr. José Marques Fernandes, no próximo dia 12 de Abril, pelas 17h00, na Livraria Almedina, no campus da UM, em Braga. 

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Saudações cordiais

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Domingos Faria

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"Nulla est homini causa philosophandi nisi ut beatus sit" S. Agostinho
"Ich werde am Du" M. Buber
"Aimer um être c'est lui dire: toi, tu ne mourras pas" Gabriel Marcel

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

“Os deuses e deusas da mitologia grega – tópicos em redor de um documentário de Bram Rosse

A análise a este documentário vem no seguimento do estudo dos pré-socráticos, na disciplina de História da Filosofia Antiga. Este documentário pode dividir-se em duas partes: a religião grega e as suas repercussões no mundo romano e no cristianismo.
Antes de tudo, as Graças deram a beleza ao homem e as Musas as suas características. As Musas, filhas de Zeus e Mnemósine e habitantes de Olimpo, aparecem pela primeira vez no “Hino às Musas”, da Teogonia, de Hesíodo (1-115). São nove: a mais velha, Calíope, Clio, Euterpe, Talia, Melpómene, Terpsícore, Erato, Polímnia, Urânia. . Calíope sempre foi tida como a mais notável, a companheira dos reis, a que inspirava na administração da justiça. Às outras, pela sua fama de inspiradoras, foram-lhes atribuídas as artes, na época romana tardia. Assim, Calíope ficou com a Épica heróica; Clio, com a História; Euterpe, com a Música; a Comédia foi dada a Talia; a Tragédia, a Melpómene que, subsidiariamente, era a Musa do Canto e da Música; a Dança era a arte de Terpsícore; a Poesia Lírica, de Erato; a Mímica pertencia a Polimnia; e a Astronomia, a Urânia.

sábado, 5 de dezembro de 2009

Enrique Rojas na Faculdade de Filosofia da UCP

Há cerca de um mês, o Prof. Enrique Rojas proferiu na Aula Magna da Faculdade de Filosofia uma magistral conferência sobre o tema da sexualidade. A profundidade do seu pensamento, alicerçado num amplo conhecimento da pessoa humana em todas as suas dimensões e testado por uma longa prática clínica como psiquiatra, "prendeu" um auditório com mais de 350 participantes no Congresso de Pedagogia. A síntese elaborada pela jornalista Marta Encarnação do Jornal Diário do Minho, (edição de 08 de Novembro de 2009, p. 3) dá uma ideia da actualidade e da originalidade da reflexão do Prof. Rojas. Mas o leitor interessado poderá aceder ao texto completo desta conferência (bem como de outras apresentadas neste Congresso) no volume que está a ser preparado pela Faculdade de Filosofia. Recordemos que E. Rojas, catedrático da Universidade Complutense de Madrid, é hoje um autor reconhecido em todo o mundo; as suas obras atingem um número impressionante de edições, tais como: "El amor inteligente", Abril de 2008: 38 edições; "Remedios para el desamor", Outubro de 2007: 25 edições; "Los lenguajes del deseo", Abril de 2004: mais de 18.000 exemplares vendidos; "¿Quién eres?", Novembro de 2001: 15 edições; "La ilusión de vivir", Outubro de 1998: 16 edições; "La conquista de la voluntad", Maio de 1994: 22 edições; "El hombre light", Setembro de 1992: 20 edições; "La ansiedad", Março de 1989: 23 edições.
Carlos Morais / docente da UCP-FacFil- Braga

sábado, 28 de novembro de 2009

Sócrates: insuportavelmente dogmático?


A leitura do Livro II da República de Platão, no contexto da disciplina Filosofia Antiga, trouxe-me uma certa desilusão quanto à imagem que eu tinha de Sócrates.
Concretamente, aquela ideia que tinha de um Sócrates defensor da liberdade de pensamento, possuidor de uma visão algo pragmática da vida e tolerante para com quem não partilhava das suas ideias, ficou bastante abalada.
Que Sócrates encontramos naquela obra? Encontro aí um pensador bastante dogmático. Assistimos, inclusive, à censura frontal dos poetas. Veja-se o que ele diz no final do referido Livro: “Quando um poeta falar assim dos deuses, ficaremos irritados, e não faremos coro com eles…”.
Parece-me que Sócrates procurou criar uma sociedade repressiva e autoritária. Isso faz-me reflectir sobre este assunto. Todavia gostava de poder ver outras interpretações sobre estas atitudes e orientações do nosso sábio do “striptease intelectual”.

Rui Sousa, 1º ano do Curso de Filosofia

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Estagiário da FacFil colaborou na exposição do artista Cláudio João no IPJ


Lamentavelmente não publicámos na devida altura o material informativo referente à exposição de pintura de Cláudio José Fernandes João, ocorrida na Loja Ponto Já do IPJ-Braga entre 13 e 31 de Outubro de 2008. Esta exposição foi organizada e divulgada com a colaboração do aluno da Faculdade de Filosofia Higino Lombe no contexto do estágio que realizou naquela instituição.



O Cláudio João – a quem endereçamos o nosso pedido de escusas pelo lapso – é um artista que merece toda a nossa atenção, apreço e solidariedade; com muita coragem e tenacidade encontrou na criação artística o seu meio de comunicação com os outros. Profundamente afectado por limitações físicas que lhe tolhem os movimentos, expressa através da sua contrastante paleta um universo feito de dor e sofrimento, mas também de esperança e de alegria.
Aqui fica uma pequena amostra da sua expressividade pictórica, bem como os seus contactos.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Associativismo, Juventude e Sociedade

O Instituto Português da Juventude organizou no dia 08 de Maio de 2009, na sua Delegação de Braga, as Jornadas sobre “O Associativismo Juvenil e a Europa”. Tratando-se de uma temática de grande actualidade e repercussão, pretendemos neste breve texto contribuir para a reflexão sobre as incidências daquela problemática, sobretudo nos “modos de vida” da juventude de hoje. Partimos precisamente de algumas das pistas levantadas pelos participantes naquele evento que teve como moderador o Dr. Vítor Baltazar Dias, Director Regional do Norte do IPJ).
Natália Fernandes, da Universidade do Minho, salientou que o associativismo hoje, ainda que carecendo bastante da participação, comporta um grande aspecto cívico, promovendo óbvias competências a nível da cidadania.

domingo, 7 de junho de 2009

"A crise pelo olhar do cinema": texto de apresentação

Texto de apresentação do Ciclo de Cinema dedicado ao tema "A crise pelo olhar do cinema", com comentário acerca de cada um dos filmes seleccionados.
Este trabalho, elaborado pelo aluno do Curso de Filosofia da FacFil em estágio na Junta de Freguesia de São Victor (Braga) Higino Lombe, foi publicado pelo Jornal Diário do Minho, de 07 de Junho de 2009, p. 8.

(para ampliar clique na imagem)